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Mazah
O consumidor mudou. As necessidades dos clientes também. Por que as agências não mudariam? Essa é a grande questão para qual muitas delas ainda não encontraram a resposta. O modelo de comunicação defendido pela maioria das agências de comunicação e por conseqüência adotado por grande parcela dos clientes serviria muito bem se ainda vivêssemos na década de 60. Isso mesmo. Repare friamente: campanha com 30” em rede nacional, spots de rádio, anúncio página jornal e seqüencial em revista de grande circulação, outdoor, etc. Perfeito, não? NÃO. O consumidor está cansado. Ele tem controle remoto e dial pré-programado. Ele tem anti-popup, ele folheia o jornal mais rápido do que você imagina. Ele não quer saber de poluição visual.
ELE ESTÁ CÉTICO. ELE ESTÁ CONDICIONADO A NÃO ACEITAR MAIS COM A MESMA FACILIDADE TUDO AQUILO QUE DIZEMOS.
A comunicação tem que tocá-lo, seduzi-lo. A comunicação deve deixar de interromper para iniciar a entreter, envolver. Ela tem que jogar a favor. Porque jogando a favor do consumidor, ela joga a favor do cliente. E no final das contas não é isso que queremos? Devemos gerar experiências significativas e relevantes entre marcas e consumidores. E isso é o Live Marketing: conexão através de experiências. São os conceitos da marca, sua identidade, posicionamento e valores conectados ao target através de esporte, cultura e entretenimento. Mas como prever que tipo de experiências cada cliente necessita desenvolver para conectar-se com seus clientes e quais as ferramentas necessárias para efetivá-las? Impossível. E justamente por isso que o modelo tradicional das agências não serve. Na Mazah, não somos reféns de formas de remuneração. Em outras palavras, não dependemos de mídia, nem da taxa dos 20% de administração da promoção. Nosso negócio é idéia. Isso nos garante independência para usarmos aquilo que resolve o problema do cliente (e não o da agência). Conheça alguns cases da Mazah no menu do lado direito da tela.
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